Nesta
freguesia, os lugares mais antigos são os de Enxomil e de Vila Chá em Mira. Arcozelo é
atravessada pelo pequeno riacho de Espírito Santo.
No
século XVII a freguesia foi atingida por uma epidemia muito violenta, ficando a
população reduzida unicamente a 11 habitantes. O seu passado esteve virado para
a agricultura mas, nas últimas décadas, a pouco e pouco foi-se transformando
numa zona industrializada, destacando-se como a serralharia, o têxtil e a
tapeçaria. Hoje em dia são sobretudo famosos os ferros forjados saídos das
oficinas do Corvo. Estes belíssimos trabalhos em ferro, espalham-se por todo o
país e até no estrangeiro.
Na
Aguda, povoado pertencente a Arcozelo várias são as colectividades que nele se
destacam. Citam-se, a Federação do Folclore Português, o Clube Ornitológico
Português, a Estação Litoral e a Sociedade Columbófila. Esta colectividade
dedica-se a criar e a adestrar pombos, especialmente pombos-correios, que
concorrem em numerosas provas.
O
lugar possui ainda o Museu das Pescas, um Aquário Publico e um departamento de
educação e investigação vocacionados para a ecologia marinha, aquacultura e
pescas. No Museu das Pescas elevam-se as artes tradicionais de pesca artesanal
expondo-se nele vários utensílios de pesca, que são comparados com equipamento
de outros países e de outras épocas, como por exemplo: anzóis, fisgas e arpões.
A
Aguda possui um Parque de Turismo inaugurado em 1940, que possuía salas de
cinema, restaurantes, “courts”de ténis e “rink” de patinagem.
A
Gastronomia, parte importante da cultura de Arcozelo apresenta a caldeirada de
peixe e/ou de marisco como pratos tipicamente tradicionais desta freguesia
localizada junto ao mar pelo que estes pratos também constituem uma atracção
para os turistas.
A Ribeira do espírito Santo




